domingo, 18 de dezembro de 2011

O Melhor Ano de 2011 de Nossas Vidas - Filmes

Listas... ah, que boa sensação de sintetizar a vida!

E começa a retrospectiva dos melhores filmes vistos esse ano!

Esse ano a lista está mais robusta que a do ano passado. Significa que esse ano foram feitos filmes melhores? Não sei. Só sei que assisti mais que no ano passado. Então tem filme do ano passado que só estreou esse ano e filme do ano que vem que ainda não estreou. Pra mim é tudo 2011, ok?

Quanto à lista:
- Critério: há muito tempo não sei o que isso significa.
- Quantidade: o céu (de suely) é o limite.
- Piores: No final há uma listagem das películas non gratas e das si, pero no mucho.

11. Bebês: antropologia infantil. Ver bebês, além de divertir, pode trazer muitas reflexões...

10. Namorados para Sempre: odeio esse título para sempre. Mas a história sem otimismo, a interlocução passado-presente, a fotografia e a música You and Me são ótimos.

9. Planeta dos Macacos - A Origem: nessa onda de "origens", esse se destaca. E mantém a descrença do "original".


8. O Primeiro que Disse: será que fui seduzido pelas imagens da Itália?
( ) sim ( ) muito ( ) claro que com certeza. E também pela história das famílias italianas,
só que essa com uns conflitos um pouco diferentes.


7. Reino Animal: parente é mais que serpente e aquela avó é soberba (cobra!). Apesar do tema batido, mafia e família ainda surpreende.


6. Um Lugar Qualquer: Coppolinha refilmando seu próprio Lost in Translation.



5. Minhas Tarde com Margueritte: belo, muito belo. A amizade daquela senhoria com um Depardieu chucro através de literatura iniciada com Camus, é mais que tudo. C'est tout!



4. Nosso dia Chegará: anarquistas! ruivos! Gravas Son!



3. Bela Adormecida: mais um manifesto feminista bem enquadrado.
Todos acham a bela passiva, já eu vejo que os homens são os mais fracos.
Repito: sou apaixonado por cenas bem enquadradas.


2. Meia-Noite em Paris: Woody e Paris: indescritível. Todo o ar cínico e cômico
do Woody numa cidade que pedia para ser filmada por ele (um turista,
diga-se de passagem).

1. Cisne Negro: a melhor metáfora do ser humano do ano.



Non gratas: Homem ao Banho (não desce, principalmente o documentário), Os Olhos de Julia (REC ainda me faz procurar suspenses espanhóis), A Casa Muda (REC ainda me faz procurar suspenses em espanhol ;) ), Reencontrando a Felicidade (Mitchel volte a filmar marginais), O Discurso do Rei (é bom mas tenho raiva), Professora Sem Classe, O Turista (só e somente só vale por Veneza), Assalto ao Banco Central, Sexo sem Compromisso, Amizade Colorida e Amor por Contrato.


Si, pero no mucho: O Anfitrião Perfeito, Contágio, (eu dizia seu nome) Não me abandone Jamais, Pânico 4 (com pesar no coração, mas não cabe entre os melhores do ano, não... saudoso de qualquer forma), Potishe (Ozon tentando refilmar 8 Mulheres, ahh como Deneuve e Depardieu é sempre bom), Ricky, X-Man Primeira Classe e O Mágico (acho que eu não estava tão poético quando vi).












1 mil comentários:

Luana disse...

Não gostei do Cisne Negro e fiquei deprimida com "nao me abandone jamais"... Nao vi Bebes, preciso ver.. =)