Há muitas décadas, a revista Time elege a pessoa que exerceu mais influência no ano seja pelo bem ou pelo mal. Não sei se isso se dá pela revista de procedência estadunidense crer que as pessoas são dividas entre boas ou ruins - como na Disney – ou justamente pela descrença na humanidade e encarar o fato de pessoas “más” realmente se destacarem.
A lista é conhecida como The Man of the Year. Embora a revista tenha escolhido mulheres também, o que predomina é a presença masculina. Por isso eu chamo a eleição de O Homem Alfa do Ano.
Já figuraram no pódio tipos como Gandhi, Hitler, Rainha Elizabeth II, Bono VOx, Bill Gates, o computador (!) e uma série de presidentes norte-americanos, incluindo Bush pai e Bush filho. Não me arriscarei a classificar quem foi pelo bem e quem foi pelo mal.
Eu gosto de listas, ao contrário de muitos que as detestam sustentando o argumento de que são sempre incompletas e injustas. Bem, não são. São completas e justas para quem as criou. Crie a sua e ela será justa e completa para você.
Esse ano the winner is Mark Zuckerberg – quem viveu nos últimos 5 anos já usou de seus serviços e quem foi ao cinema nas últimas semanas já viu parte de sua história.
Estão dizendo que o Mark é influente. E eu como sou muito volúvel vou puxar o tapete do meu colega de trabalho. Fazer burrada sempre foi in.
Estão dizendo que ele conectou 500 milhões (ou meio bilhão, como preferir) de pessoas. Bem, eu tenho 50 “amigos” no Facebook, vejo semanalmente 7 e dos que não vejo troco constantes mensagens com 2. O único fator que conecta todas essas milhões pessoas é que elas fazem parte de um grupo que se cadastrou numa rede social. Fazem parte de um grupão virtual que se compartimenta em diversos grupinhos. Como na vida real. Baby, you’re conected. TOO.
Pra mim ele entrou na lista pelo lado ruim da força. Minha mãe já falou que Facebook é coisa dos infernos e o que comprova que ela está certa é que todo mundo do Orkut está migrando pra lá.
[ A verdade é que isso é uma conspiração, um oportunismo para influenciar uma tal de Academia a dar o Oscar pr’A Rede Social!!! Teve um filme brasileiro que fez algo parecido esse ano... um tal de Filho do Brasil. ]
E como muitos dizem, Mark Zuckerberg realmente simboliza o jovem/adulto dos anos 2000. Sozinho e on-line.

E daí? Pelo menos sou bilionário!